Quando o corpo grita o que a alma cala.
- essencia almente
- 5 de out. de 2025
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Um ataque de pânico não é fraqueza.
É o corpo a dizer, com urgência, aquilo que a alma já tentava sussurrar há muito tempo.
É o inconsciente a tocar à porta — alto demais para ser ignorado.
O coração dispara, o ar parece faltar, o chão foge dos pés.
Mas o perigo não está fora: está dentro, no excesso de controlo, na tentativa de segurar o incontrolável.
O pânico é a alma a pedir rendição.
Por isso, o primeiro passo não é lutar — é respirar e acolher.
Dizer ao corpo: “Eu escuto-te.”Dizer à alma: “Já não precisas gritar.”
Na psicoterapia, abrimos espaço para traduzir esse grito:o que quer nascer e foi contido, o que precisa ser sentido e foi evitado.
No campo energético, podemos devolver ao sistema segurança:através da respiração consciente, da meditação, das flores que acalmam o coração, ou mesmo de uma constelação que revele o que ficou preso no tempo.
O ataque de pânico, no fundo, é o início de uma cura.Um convite para voltar — não ao controlo, mas à presença.Porque, quando a alma é escutada, o corpo descansa.
Ana




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