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Quando o corpo grita o que a alma cala.

Um ataque de pânico não é fraqueza.

É o corpo a dizer, com urgência, aquilo que a alma já tentava sussurrar há muito tempo.

É o inconsciente a tocar à porta — alto demais para ser ignorado.


O coração dispara, o ar parece faltar, o chão foge dos pés.

Mas o perigo não está fora: está dentro, no excesso de controlo, na tentativa de segurar o incontrolável.

O pânico é a alma a pedir rendição.


Por isso, o primeiro passo não é lutar — é respirar e acolher.

Dizer ao corpo: “Eu escuto-te.”Dizer à alma: “Já não precisas gritar.”


Na psicoterapia, abrimos espaço para traduzir esse grito:o que quer nascer e foi contido, o que precisa ser sentido e foi evitado.

No campo energético, podemos devolver ao sistema segurança:através da respiração consciente, da meditação, das flores que acalmam o coração, ou mesmo de uma constelação que revele o que ficou preso no tempo.


O ataque de pânico, no fundo, é o início de uma cura.Um convite para voltar — não ao controlo, mas à presença.Porque, quando a alma é escutada, o corpo descansa.


Ana


 
 
 

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