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Somos energia e emoção:


A física quântica e a biologia mostram-nos que tudo é energia em constante movimento, e os nossos pensamentos e emoções têm frequências que interagem com essa energia.


Somos “seres emocionais energéticos” porque os nossos estados emocionais e mentais moldam o campo eletromagnético pessoal e coletivo.


A ideia de um campo morfogenético, proposta por Rupert Sheldrake, sugere que há campos informacionais que armazenam padrões de informação e comportamentos que transcendem o tempo e o espaço.


Esses campos conteriam registos de experiências, emoções e aprendizagens que são acessíveis à consciência humana – incluindo memórias pré-natais, intrauterinas e até transgeracionais.


Teorias emergentes em psicologia perinatal, epigenética e física quântica indicam que traumas, emoções e informações podem ser “registados” nas células e no campo energético desde o momento da concepção. Isso sugere que, teoricamente, todos nós temos acesso a essas informações, se aprendermos a “sintonizar-nos” com elas.


Mas, Por que apenas alguns conseguem aceder e dominar essas capacidades?

Aqui entram algumas hipóteses que considero fascinantes:


🔸 Filtro da mente racional: A maioria das pessoas opera com foco na mente lógica e no ego, o que bloqueia o acesso às camadas mais profundas do inconsciente e do campo energético. Apenas aqueles que treinam práticas meditativas, xamânicas, espirituais ou terapêuticas aprendem a silenciar esse filtro e a expandir a percepção.


🔸 Grau de sensibilidade e abertura: Algumas pessoas nascem (ou desenvolvem-se) com maior sensibilidade energética e emocional, seja por predisposição genética, heranças epigenéticas, ou mesmo por experiências marcantes (traumas, espiritualidade precoce).


🔸 Estado vibracional: O acesso a essas memórias e informações está diretamente relacionado ao nível vibracional da pessoa. Quando vibramos em frequências mais elevadas (amor, compaixão, aceitação), temos maior capacidade de interagir com campos mais subtis e acessar a registros mais profundos.


🔸 Contrato de alma ou o nosso propósito: Sob a ótica espiritual, pode-se considerar que apenas alguns escolhem (em nível de alma) explorar e dominar essas habilidades, para actuar como curadores, terapeutas, mestres ou facilitadores no despertar coletivo.


Claro que o mais importante, será sempre o que sinto, a minha intuição e a certeza de que ambos me direcionam o caminho certo.Nem sempre sei explicar porquê, nem compreender, mas confio.

Ana Lira

31/ 05 / 2025

 
 
 

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